Sinais evidentes de uma conspiração

Mas «eles» não querem que tu saibas a verdade!
Construções na areia

E a última agitação na blogosfera é…
A intenção do autor era denunciar o «paternalismo» com que encaramos
os deficientes por ocasião dos Jogos Para-Olímpicos - um contraste com
a «indiferença» com que os vemos nos restantes dias. O problema neste
post é o homem ter dito também que os Jogos Para-Olímpicos são uma
espécie de «freak-show» desportivo, mostrando que em relação aos deficientes Queirós tem uma visão muito mais do que «indiferente».
Alguns comentários são ainda piores. Muitas das pessoas ofendidas
com a forma «xenófoba» como Queirós se referiu aos deficientes
insultaram-no com expressões como «atrasado mental» e «deficiente
mental». O Portugal da bola no seu melhor.
Não desejo o meu dia de ontem a ninguém. Apanhei uma virose
qualquer que me lixou os intestinos e passei o dia em visitas pouco
dignas à casa de banho. Resultado: dieta, pózinhos de ultra-levur
diluídos em água e, por fim, ver a selecção nacional jogar bem e perder
injustamente nos últimos minutos – tudo o que o que eu podia ter
desejado para uma quarta-feira!
Já estou bastante melhor, mas não consegui avançar na escrita da
segunda parte da crítica a Zeitgeist e não vou conseguir publicá-la
hoje, como prometera.
Querem votar nas eleições norte-americanas?
A proposta de «If the World Could Vote»
é a seguinte: se nos fosse permitido votar nas eleições presidenciais
norte-americanas, em quem votaríamos, Barack Obama ou John McCain? A
lista de resultados está dividida em países e organizada por ordem
alfabética. Eu já votei.
À hora a que escrevo este post, Portugal dá uma maioria esmagadora
ao candidato democrata: 91, 8%. É interessante verificar quais os
países que preferem McCain: Geórgia (66,7%) e Israel (51,4%) são dois
exemplos a acompanhar, mas há mais. No Irão, Obama ganha com 78,6%. Na
Rússia também (69,6%).
Feita a soma de votos de todos estes cidadãos do mundo, Obama vai à frente com 81.6% dos votos. (Via Electricidade Estática)
Google Cromo
Tenho uma confissão muito chocante a fazer: experimentei o Google Chrome
durante 10 minutos, achei porreiro, sim senhor, continuem o bom
trabalho - e depois varri-o por completo da memória (da minha, não do
computador - ainda não o desinstalei). Acham que fiz bem?
Lembro-me de ter ficado aborrecido com a Google porque o único
browser de onde era possível importar «bookmarks» era o Internet
Explorer. Chamar «browser» ao Internet Explorer é uma contradição, mas
o que me chateou foi o facto de a opção Mozilla Firefox não existir no
menu de importação, pelo menos na versão beta inicial que instalei -
ora, isto parece-me uma limitação um bocado estranha para um browser
que chama «bookmarks» (e não «favorites») à sua lista de links.
Talvez versões posteriores já tenham corrigido esta menor
inconsistência filosófica ou exista um truque qualquer para importar as
«bookmarks» do Firefox, não sei e francamente não me interessa. Não
existem ainda versões para Linux e raios me partam se vou voltar a
aturar o Windows por causa da Google.
Enfim, o tempo foi passando enquanto eu navegava muito satisfeito no
meu Firefox e só me lembrei que o tal Chrome existe e insiste porque a
malta do Planet Geek tem andado a lembrar-me a mesma coisa de cinco em
cinco posts.
Ter esquecido o browser da Google (é essa a sua principal
característica, não é?) deve ser um erro imperdoável e com certeza
arrepender-me-ei desta negligência até ao resto da minha vida, mas
sinto-me tão bem com a minha raposa que não sei porque raio irei perder
tempo a readaptar os meus hábitos por causa de um browser que não
pareceu ter nada de especial para me fazer mudar. Posso estar enganado
- se estiver enganado, pronto, também não vou mudar de opinião.
Escusam de me lembrar as principais qualidades, eu também sei ler em
inglês. Numa corrida de 100 metros o Chrome usa um «javascript» capaz
de fazer à concorrência o que Usain Bolt fez aos adversários nos Jogos
Olímpicos. Eu também li sobre a nova gestão de memória do tipo «uma
tab, um processo, duas tabs, dois processos». Acho essas coisas
impressionantes e espero que a malta toda se divirta.
Mudar para o Google Chrome só para ficar com a taça de campeão dos
centésimos de segundo também não me atrai. E memória no PC já tenho que
chegue.
Até ver, o único browser capaz de substituir o Firefox é a próxima versão do Firefox.
Cães, Clifford D. Simak e umas obscenidades
Quando
descobri a ficção científica - era ainda um pré-adolescente - havia um
autor de quem gostava muito: Clifford D. Simak. Não era grande
espingarda a escrever, a tradução também não ajudava, mas tinha uma
imaginação prodigiosa e sabia muito bem como contar uma história e
manter-me entretido até ao fim.
Há um livro que nunca consegui descobrir, em
português ou inglês. Nem sequer conheço o título, apenas sei que é uma
história passada numa época futurista em que são os cães que dominam o
planeta. Uma ideia semelhante à de O Planeta dos Macacos, mas
com cães. Lindo. Imaginar a minha suricata nojenta (tenho uma Pinscher)
a passar-me as sobras do almoço com ar muito altivo enquanto eu me
abano todo… desculpem, só a ideia me faz rir.
Provavelmente o livro não é nada de especial, nem
sequer bem-disposto, se calhar leva-se a sério, o que seria uma
decepção, mas a verdade é que passei tantos anos à procura dele que se
tornou assim uma espécie de lenda, algo sobre o qual ouvi falar durante
muito tempo mas que não tenho sequer a certeza de que exista.
A primeira vez que tive essa sensação de ter
descoberto que as lendas realmente existiam foi na Escola Salesiana,
que na altura era regida por uma política de apartheid sexual: rapazes de um lado, raparigas do outro.
Numa ocasião festiva qualquer, os padres permitiram,
pela primeira vez, que raparigas e rapazes se misturassem no recreio.
Quem nos tivesse visto, julgaria de facto estar a presenciar um remake de O Planeta dos Macacos,
com os rapazes aos pulos e aos gritos para chamar a atenção e elas a
fazerem-se de visitantes civilizadas e horrorizadas acabadas de aterrar
num planeta selvagem e alienígena. Tínhamos acabado de descobrir o
sexo, nós e elas.
Mais tarde nesse dia, quando finalmente começámos a
conquistar os primeiros risinhos ternurentos às nossas visitantes, os
padres decidiram que as modernices do pós-25 de Abril não justificavam
correr tantos riscos e que era tempo de regressar à nossa casta e
piedosa vida de pequenos salazares tementes a Deus, imunes às tentações
do Diabo e cheios de água benta nos colhões.
Para alguns de nós o Diabo não tinha chifres nem
corpo de bode, mas provocava grandes ataques de tosse. Era muito mais
pequeno e franzino do que um bode, mais pálido do que os padres do
confessionário, tinha um colarinho castanho amarelado numa ponta e
perdigotos de cinza a cair na outra, e também fazia Luz. Era o nosso
pequeno deus da independência e virilidade, figura central das nossas
missas clandestinas.
Porra, mas eu escrevi este post porquê? Ah, já sei,
por causa destas imagens ridículas que descobri por acaso na Net e que
estão aqui ao lado. Uma coisa eu vos garanto: se alguma vez os
descendentes dos cães destas fotos se revoltarem contra a Humanidade e
estabelecerem uma civilização alternativa neste planeta, poderão contar
com a minha total simpatia pela causa. Serão estes os cães de Clifford
D. Simak?
O novo iPhone da Apple

O livro do menino Luís
Eis
uma história verídica que desejo partilhar convosco: certa mãe de
família, muito conscienciosa da educação do filho, andava cada vez mais
preocupada com o facto de o miúdo estar sempre agarrado à PlayStation. «Ele não pega num único livro», queixava-se ela.
Às tantas decidiu que era preciso fazer qualquer
coisa. Pediu ao irmão mais novo, que tinha mais tempo, para se dirigir
a uma biblioteca e trazer para casa um livro adequado. Achava ela que
com esse incentivo talvez o filho largasse a consola.
Finalmente, o irmão mais novo chegou com o livro. «Então, que lhe trouxeste», perguntou a mãe. «Ah, um livro bom para ele, um livro de aventuras do menino Luís, as Luisiadas».
Zeitgeist, o grande fenómeno da Tretatologia

Mais teorias da conspiração não, por favor! Eu prometo que me porto bem!
Vi ontem o documentário que tem «mudado a vida» a muitas pessoas e
se tornou num fenómeno de milhões de downloads na Internet: Zeitgeist.
Na primeira parte, o filme «demonstra» que as religiões derivam em
grande parte de pressupostos astrológicos estabelecidos séculos antes e
que a figura de Jesus Cristo é um copy paste mitológico de
Horus, o Deus-Sol dos antigos egípcios. Na segunda parte, retoma
teorias da conspiração já existentes e abundantemente difundidas acerca
da «verdade» do 11 de Setembro: a carnificina foi orquestrada pela
administração Bush para justificar uma «guerra ao terror» através da
qual retiraria proveitos económicos e justificaria a intensificação dos
sistemas de controlo dos cidadãos, minando assim as liberdades civis. A
terceira parte defende que o Banco Federal e o seu cartel de banqueiros
controla sub-repticiamente o mundo, criando e fomentando guerras e
conflitos em nome do lucro.
Muitas pessoas em fóruns de discussão afirmam que Zeitgeist lhes fez
«abrir os olhos». Compreendo a sensação. Também eu senti mais ou menos
o mesmo – não no sentido de «revelação», mas por me ter feito sentir
como o Alex do filme A Laranja Mecânica. Por fim, duas horas
depois, já não podia mais: removi os grampos Dan Brown com os quais o
autor do documentário pretende impedir-me de fechar os olhos à
«verdade» e fui para a caminha ressonar sobre o assunto.
Nos próximos dias, escreverei um post sobre Zeitgeist com toda a
informação que reuni sobre as teorias defendidas no documentário.
Entretanto, quem não viu pode vê-lo aqui – está legendado em português e a tradução pareceu-me bastante boa.
Está visto que Zeitgeist para mim é uma treta, uma treta tão
mitológica como os «mitos» que julga ter desconstruído, mas quero
primeiro escrever um post fundamentando o melhor possível a minha
opinião, mostrando o maior número possível de fontes, para depois me
poderem dar porrada à vontade. O trabalho de pesquisa está adiantado,
mas ainda me falta tempo para escrever. Fiquem atentos.
Sindicação






















Jogos Olímpicos, quais Jogos Olímpicos?










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Da Natureza do Fanatismo
Da Natureza do Fanatismo
é um texto que resultou de uma conferência dada pelo escritor israelita
Amoz Oz a 23 de Janeiro de 2003. O escritor e activista político
sul-africano Nadine Gordimer, Prémio Nobel da Literatura, descreveu a
escrita de Amoz Oz como «a voz da sanidade que sobressai no meio da confusão.»
Amoz Oz prescindiu dos direitos de autor sobre este texto por
considerar mais importante passar a mensagem do que ganhar dinheiro,
pelo que qualquer um o pode divulgar ou distribuir, desde que não o
faça com objectivos comerciais. Como estou de férias e não tenho tanto
tempo para actualizar o blogue, reedito aqui este magnífico texto.
Talvez alguns de vocês o queiram imprimir para ler durante as férias…
Garanto-vos, é uma leitura bastante interessante. O post está dividido
em várias páginas, pois é muito extenso.

Boa,rui cruz
ORA BOLAS....
Os elementos químicos explicados em vídeo
Uma Foto e uma Música
Aos ‘fanboys’ do Batman que ainda me enviam emails
Queridos fanboys
do novo filme do Batman: quero agradecer-vos do fundo do meu céptico
coração todas as mensagens que me enviaram com inúmeros links para reviews positivas, tanto de bloggers
portugueses como de estrangeiros. Estou impressionado com a dedicação
ao filme e agradecido pela boa-educação com que discordaram comigo, mas
Férias. Finalmente.
Radiohead engolido, mastigado e deitado fora




HORAS DE APERTO
O PIOR GUARDA REDES DO ANO
NÃO PONHA ALI OS PÉS NEM QUE ME PAGASSEM
FIREFOX OU INTERNET EXPLORER?
A inglesa Joanne Colan é desde 12 de Julho de 2006 o pivô de um dos mais populares vblogs do planeta, o
CAMPOS MAGNÉTICOS "VISIVEIS"
VIAGEM DE AUTOCARRO.
DISCURSO QUE NÃO MUDOU O MUNDO.
2 VIDEOS UM DÁ PARA RIR O OUTRO NÃO.
SOBREVIVÊNCIA
KEN KEE
Um certo dia, devia ter uns vinte anos, pouco mais, tive uma
conversa com um gajo dez anos mais velho e que toda a gente considerava
fútil e imaturo porque aparentemente não pensava noutra coisa senão em surfar.
Era o típico surfista betinho do Estoril. Eu não o gramava porque
andávamos os dois a fazer olhinhos à mesma miúda, mas o acaso fez com
que ao fim de uma noite de copos e esplanada fôssemos os últimos do
grupo a sair da mesa.


30/10/2008 @ 02:43:57
por webmaster ®¡¢ky_Ñ¡¢ë
Este blog é de utilidade publica,no ...
29/10/2008 @ 00:15:00
por webmaster ®¡¢ky_Ñ¡¢ë
oi mana parabens...o site ta muita ...
29/10/2008 @ 00:09:48
por LOCUTOR-DANI
ganda site parabens e forca amigos...viva ...
28/10/2008 @ 22:27:18
por LOCUTOR-DAVID
A radiocomunicação é um meio de ...
25/06/2008 @ 02:54:57
por webmaster ®¡¢ky_Ñ¡¢ë